O Instituto Tartarugas do Delta
participou Da Oficina de Monitoramento de Plano de Manejo da APA Delta do
Parnaíba a convite do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
(ICMBio). O convite reconhece o projeto como referência científica na conservação
das espécies que habitam o Delta — entre elas, as cinco espécies de tartarugas
marinhas do Brasil.
A oficina integra a primeira
monitoria formal do Plano de Manejo da APA desde sua publicação em 2020 e
reuniu pesquisadores da região para avaliar, com base em dados científicos, o
estado de conservação dos recursos naturais da unidade de conservação, diante
de pressões crescentes como projetos portuários, hidrovias e empreendimentos de
energia.
O Projeto Tartarugas do Delta,
levou para a oficina anos de dados sobre ÁREAS DE REPRODUÇÃO, registros de
encalhes, ameaças e distribuição das tartarugas na região da APA Delta. Para a
coordenadora Werlanne Magalhães, o momento é de responsabilidade.
"Ser chamada pelo ICMBio para contribuir com a revisão do Plano de Manejo é o reconhecimento de que a ciência que fazemos aqui, no campo, ao lado das tartarugas e das comunidades do Delta, pode contribuir com as tomadas de decisões sobre o futuro desse território. É isso que a parceria com o Programa Petrobras Socioambiental e apoio das demais instituições (UFMA, UFDPar, Eólica Pedra do Sal, Porto PI, IBAMA e ICMbio nos permite fazer: produzir ciência relevante e colocá-la a serviço da conservação”, Werlanne – coordenadora.
Os resultados da oficina vão
subsidiar o ICMBio na decisão sobre a revisão do Plano de Manejo da APA Delta
do Parnaíba, que completa 30 anos em 2026.

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